Se você já ficou com uma dúvida sobre a sua pele e não sabia a quem perguntar, saiba que não está sozinho. Todo dia, o Dr. Leandro Leite recebe pacientes com as mesmas perguntas — perguntas que parecem simples, mas que escondem uma ansiedade real sobre a própria saúde.
A pele é o maior órgão do corpo humano. Ela cobre cada centímetro de você, regula a temperatura, protege contra agentes externos e, acima de tudo, comunica o que está acontecendo dentro do seu organismo. Quando algo não vai bem com a pele, o sinal de alerta dispara — e as dúvidas aparecem em cascata.
O problema é que a internet está cheia de informações contraditórias, diagnósticos equivocados e conselhos sem embasamento científico. O que parece ser uma alergia pode ser psoríase. O que parece ser acne pode ser rosácea. O que parece ser uma "manchinha" inofensiva pode precisar de avaliação especializada.
É por isso que o Dr. Leandro Leite acredita que informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado com a saúde da pele. Neste artigo, você vai encontrar respostas honestas, baseadas em evidências científicas e na experiência clínica de quem atende pacientes diariamente no consultório. Sem jargão excessivo, sem promessas milagrosas — apenas o que você realmente precisa saber.
Vamos às 10 perguntas mais frequentes.
1. "Doutor, como eu sei se uma pinta é perigosa?"
Essa é, sem dúvida, a pergunta mais comum que o Dr. Leandro Leite ouve no consultório. E ela é também uma das mais importantes.
A maioria dos nevos — como são chamadas tecnicamente as "pintas" — são completamente benignos. O corpo humano pode ter dezenas deles ao longo da vida, e a grande maioria não representa nenhum risco. O problema é que o melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele, pode se desenvolver a partir de um nevo existente ou surgir em pele aparentemente saudável — e ele é muito mais tratável quando detectado cedo.
Para avaliar uma pinta em casa, os dermatologistas utilizam a regra do ABCDE:
A de Assimetria: uma pinta normal tende a ser simétrica. Se você traçar uma linha imaginária no meio dela, os dois lados são parecidos. Quando um lado é visivelmente diferente do outro, vale a pena mostrar para um especialista.
B de Borda: bordas irregulares, recortadas ou mal definidas são um sinal de atenção. Pintas saudáveis costumam ter bordas nítidas e regulares.
C de Cor: uma pinta com várias tonalidades — preto, marrom escuro, marrom claro, vermelho ou mesmo áreas mais claras — merece avaliação. A variação de cor dentro de uma mesma lesão é um sinal importante.
D de Diâmetro: pintas maiores do que 6 milímetros (o tamanho de uma borracha de lápis) pedem atenção especial. Isso não significa que todo nevo grande é maligno, mas o tamanho é um fator considerado na avaliação.
E de Evolução: esse é, segundo o Dr. Leandro Leite, o critério mais importante na prática clínica. Uma pinta que muda — de tamanho, cor, forma, que começa a coçar, sangrar ou formar crosta — precisa ser avaliada com urgência, independente de todos os outros critérios.
A dermatoscopia, um exame feito com um equipamento óptico especial diretamente no consultório do Dr. Leandro Leite, permite visualizar estruturas da pele que são invisíveis a olho nu. É um aliado fundamental no diagnóstico precoce do melanoma e de outras lesões pigmentadas.
A recomendação do Dr. Leandro Leite é clara: faça o mapeamento de pintas ao menos uma vez por ano, especialmente se você tem histórico familiar de câncer de pele, pele clara, exposição solar intensa ao longo da vida ou muitas pintas no corpo.
2. "Por que a minha pele resseca tanto, mesmo usando hidratante?"
Muitos pacientes chegam ao consultório do Dr. Leandro Leite frustrados: usam hidratante todo dia, mas a pele continua seca, descamando ou com sensação de repuxamento. O que está errado?
Na maioria dos casos, a resposta está no tipo de hidratante que está sendo usado — ou na forma como ele é aplicado. Hidratantes são formulados com mecanismos diferentes: alguns são umectantes (atraem água para a pele), outros são emolientes (suavizam a superfície) e outros são oclusivos (criam uma barreira que impede a perda de água). A pele muito seca geralmente precisa de uma combinação desses fatores.
Outro ponto que o Dr. Leandro Leite sempre reforça: o momento da aplicação importa muito. Aplicar o hidratante logo após o banho, com a pele ainda levemente úmida, potencializa muito o efeito do produto. Esperar a pele secar completamente reduz a eficácia.
Mas há casos em que a secura persistente é sinal de algo mais: dermatite atópica, hipotireoidismo, deficiência de nutrientes ou até o uso de medicamentos que ressecam a pele como efeito colateral. Se o ressecamento é crônico, intenso, acompanhado de coceira ou vermelhidão, a avaliação do Dr. Leandro Leite é fundamental para identificar a causa raiz e indicar o tratamento correto.
Banhos muito quentes e demorados, o uso excessivo de sabonetes agressivos e a exposição a ambientes com ar-condicionado também destroem a barreira cutânea ao longo do tempo. O Dr. Leandro Leite orienta seus pacientes a usarem água morna no banho, sabonetes com pH adequado para a pele (entre 4,5 e 5,5) e a manter o ambiente com umidade relativa do ar adequada sempre que possível.
3. "Protetor solar todo dia mesmo sem sol? Isso é mesmo necessário?"
Sim. E o Dr. Leandro Leite explica por quê.
A radiação ultravioleta não para quando as nuvens aparecem. A radiação UVA, responsável pelo fotoenvelhecimento e pelo aumento do risco de câncer de pele, atravessa vidros, nuvens e a neblina. Enquanto a radiação UVB — que causa queimaduras — é mais dependente da exposição direta ao sol, a UVA age de forma silenciosa e cumulativa ao longo de anos.
O dano solar é acumulativo. Isso significa que cada vez que você sai sem protetor solar, mesmo que seja só para pegar o carro, para ir à padaria ou para trabalhar em um escritório com janelas, você está acumulando um dano que vai aparecer na pele ao longo dos anos: manchas, envelhecimento precoce e, em alguns casos, lesões pré-cancerosas.
O Dr. Leandro Leite recomenda o uso diário de protetor solar com FPS mínimo de 30 para o rosto e partes do corpo expostas, reaplicado a cada duas horas em exposição prolongada. Para quem pratica atividades ao ar livre ou está na praia, o FPS 50 ou superior é o mais indicado.
Além disso, o fotoprotetor não é apenas para quem tem pele clara. Pessoas de pele escura também acumulam dano solar, desenvolvem manchas de hiperpigmentação e podem desenvolver câncer de pele — apenas com uma incidência ligeiramente menor. Protetor solar é para todos.
4. "Tenho acne adulta. Por que isso acontece e tem tratamento?"
A acne não é exclusividade dos adolescentes. O Dr. Leandro Leite vê no consultório um número crescente de adultos — especialmente mulheres entre 25 e 45 anos — com acne persistente ou de início tardio. Esse fenômeno tem várias explicações.
As flutuações hormonais são o principal fator. Picos de andrógenos (hormônios masculinos presentes em ambos os sexos) estimulam as glândulas sebáceas, que produzem mais sebo, entopem os poros e criam o ambiente perfeito para a proliferação da bactéria Cutibacterium acnes (antes chamada de Propionibacterium acnes). Esse processo gera inflamação, e a inflamação gera as lesões que chamamos de acne.
No contexto da acne adulta, o estresse crônico é um agravante significativo. O cortisol, hormônio do estresse, estimula ainda mais as glândulas sebáceas. O ciclo menstrual, o uso de alguns anticoncepcionais, condições como síndrome dos ovários policísticos (SOP) e até o uso de alguns cosméticos comedogênicos podem ser gatilhos importantes.
O Dr. Leandro Leite ressalta que o tratamento da acne adulta é altamente individualizado. Não existe uma fórmula única. O médico avalia o tipo de lesão (comedões, pápulas, pústulas, nódulos, cistos), a extensão, a gravidade e as características de cada paciente para montar um protocolo que pode incluir tratamentos tópicos, medicamentos orais, procedimentos como peeling químico ou luz e laser, e orientações sobre rotina de skincare.
A automedicação — especialmente o uso indiscriminado de antibióticos — é uma das principais causas de resistência bacteriana e de piora do quadro. O tratamento correto começa com uma avaliação adequada, e o Dr. Leandro Leite está preparado para conduzir esse processo.
5. "Coceira sem causa aparente é normal? Quando devo me preocupar?"
O prurido — nome técnico da coceira — é um dos sintomas dermatológicos mais comuns e também um dos mais subestimados. Muitas pessoas pensam que é algo que vai passar sozinho, usam um creme qualquer e não dão importância. Mas o Dr. Leandro Leite explica que a coceira persistente merece atenção.
Quando a coceira está acompanhada de lesões visíveis na pele — urticária, vermelhidão, descamação, bolhas — o diagnóstico geralmente é mais direto: pode ser alergia de contato, eczema, psoríase, micose ou outras condições dermatológicas. O exame clínico e, quando necessário, exames complementares ajudam a identificar a causa.
O que preocupa mais o Dr. Leandro Leite é a coceira sem lesões visíveis — o chamado prurido sine materia. Essa forma de prurido pode ser sinal de condições sistêmicas importantes: doenças do fígado (como colestase), doenças renais (insuficiência renal crônica), alterações hematológicas (como linfoma de Hodgkin ou policitemia vera), problemas na tireoide ou diabetes. Em alguns casos, pode estar associada ao uso de medicamentos.
Por isso, se você tem coceira persistente por mais de 6 semanas, especialmente sem lesões na pele visíveis, procure o Dr. Leandro Leite. Além da avaliação dermatológica, pode ser necessária uma investigação clínica mais ampla para descartar causas sistêmicas.
6. "Meu cabelo está caindo muito. Isso é problema de pele ou de saúde geral?"
O couro cabeludo é pele. E a queda de cabelo — chamada tecnicamente de alopecia — é uma das condições que o Dr. Leandro Leite trata com frequência no consultório.
A resposta curta é: pode ser as duas coisas, e muitas vezes é as duas ao mesmo tempo.
A queda de cabelo tem causas muito diversas. A mais comum em mulheres é a alopecia androgenética (calvície de padrão hormonal), que se manifesta como um afinamento difuso nos fios, especialmente na região da coroa e da linha de separação. Nos homens, se apresenta como a conhecida calvície nas entradas e no topo da cabeça.
Mas o Dr. Leandro Leite também vê muito o eflúvio telógeno — uma queda intensa e difusa de cabelos que ocorre de 2 a 4 meses após um evento estressor: uma doença grave, cirurgia, parto, dieta muito restritiva, estresse emocional intenso ou deficiência de nutrientes como ferro, vitamina D, zinco e biotina. Essa forma de alopecia é geralmente reversível quando a causa é identificada e tratada.
Outras causas incluem doenças autoimunes como a alopecia areata (queda em placas arredondadas), doenças da tireoide, lúpus, uso de medicamentos (como alguns quimioterápicos, anticoagulantes e retinoides) e fungos no couro cabeludo (tinha capitis).
O Dr. Leandro Leite realiza uma avaliação completa que inclui o histórico clínico, tricoscopia (exame do couro cabeludo com dermatoscópio) e, quando indicado, exames laboratoriais para identificar a causa específica e indicar o tratamento mais eficaz.
7. "Tenho manchas escuras na pele. O que pode ser?"
As manchas escuras — hiperpigmentações — são um dos motivos mais comuns de consulta com o Dr. Leandro Leite. E elas têm causas muito variadas, o que torna o diagnóstico diferencial fundamental.
O melasma é uma das hiperpigmentações mais comuns, especialmente em mulheres. Ele se manifesta como manchas simétricas, acastanhadas, principalmente no rosto — testa, bochechas, lábio superior. O melasma é fortemente influenciado pela exposição solar, por hormônios (é muito comum em gestantes e em quem usa anticoncepcional oral) e tem componente genético importante. O tratamento é possível, mas exige consistência: protetor solar todos os dias, agentes clareadores prescritos pelo Dr. Leandro Leite e, em alguns casos, procedimentos como peeling e laser.
A hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI) é outro tipo frequente: a pele escurece no local onde houve uma inflamação anterior — uma acne, uma picada de inseto, uma ferida. É mais comum em peles mais escuras e pode ser tratada com despigmentantes e fotoproteção rigorosa.
O lentigo solar (as "manchas de sol" ou "manchas da idade") resulta do acúmulo de dano solar ao longo dos anos. Aparecem principalmente nas mãos, nos antebraços e no rosto.
E há manchas que merecem atenção diferente: lesões pigmentadas que crescem, mudam de cor ou têm bordas irregulares precisam de avaliação dermatoscópica pelo Dr. Leandro Leite para descartar lesões malignas. Não trate mancha escura com produto de farmácia sem avaliação médica — o diagnóstico correto é o ponto de partida.
8. "Psoríase tem cura? Posso passar para outras pessoas?"
Duas perguntas que o Dr. Leandro Leite responde com muita frequência — e que carregam consigo muito preconceito e desinformação.
A psoríase não é contagiosa. Absolutamente. Ela não se transmite pelo contato físico, pelo ar, por objetos compartilhados nem de nenhuma outra forma. Quem tem psoríase não oferece nenhum risco às pessoas ao seu redor. Esse é um ponto que o Dr. Leandro Leite faz questão de esclarecer com todos os seus pacientes, pois o estigma social gerado por essa crença equivocada causa sofrimento real e desnecessário.
A psoríase é uma doença inflamatória crônica de base imunológica, com componente genético importante. O sistema imune do paciente atua de forma desregulada, acelerando o ciclo de renovação das células da pele — que normalmente leva cerca de 28 dias, mas na psoríase acontece em apenas 3 a 7 dias. Isso resulta no acúmulo de células na superfície da pele, formando as placas avermelhadas e descamativas características da doença.
Quanto à cura: tecnicamente, a psoríase não tem cura no sentido de eliminação permanente da doença. Mas ela tem controle. E o controle pode ser tão eficaz que o paciente fica completamente livre dos sintomas por longos períodos — o que chamamos de remissão. O Dr. Leandro Leite dispõe hoje de um arsenal terapêutico muito mais amplo do que há 10 ou 20 anos: desde cremes e pomadas tópicas, passando por fototerapia, medicamentos orais como metotrexato e ciclosporina, até os modernos imunobiológicos — medicamentos injetáveis de alta precisão que atuam diretamente nos mecanismos inflamatórios da doença com resultados impressionantes.
A psoríase também pode afetar as articulações (artrite psoriásica), os olhos e aumentar o risco cardiovascular — por isso, o acompanhamento com o Dr. Leandro Leite é essencial não só para controlar a pele, mas para cuidar da saúde como um todo.
9. "Existe diferença entre alergia de pele e eczema? São a mesma coisa?"
Esse é um ponto de confusão frequente, e o Dr. Leandro Leite explica a diferença de forma clara.
O eczema — ou dermatite — é um termo amplo que se refere a um grupo de condições que causam inflamação da pele, resultando em vermelhidão, coceira, descamação e, nos casos mais graves, bolhas e exsudação. Existem vários tipos de eczema, com causas diferentes.
A dermatite atópica é o tipo mais comum, especialmente em crianças. Tem forte componente genético e está relacionada a uma disfunção da barreira cutânea e a uma resposta imunológica exacerbada. Frequentemente aparece em pessoas com histórico de asma e rinite alérgica — a chamada "marcha atópica".
A dermatite de contato alérgica acontece quando a pele entra em contato com uma substância à qual o organismo é sensível — níquel em bijuterias, fragrâncias em cosméticos, látex, certos conservantes. A reação ocorre no local do contato e pode se espalhar. O diagnóstico é feito pelo teste de contato (patch test), que o Dr. Leandro Leite realiza para identificar o agente causador.
Já a dermatite de contato irritativa não envolve alergia: é uma reação direta ao contato com substâncias que agridem a barreira da pele, como detergentes, solventes e produtos de limpeza fortes. Qualquer pessoa pode ter — não depende de sensibilização prévia.
Então, para resumir: nem todo eczema é alergia, e nem toda alergia de pele é eczema. O diagnóstico correto — feito pelo Dr. Leandro Leite com base no histórico, no exame clínico e nos exames complementares quando necessários — é o que define o tratamento mais adequado para cada caso.
10. "Com que frequência devo ir ao dermatologista mesmo sem sintomas?"
Essa é uma das perguntas que mais revela a diferença entre medicina reativa e medicina preventiva. O Dr. Leandro Leite é um defensor convicto do acompanhamento dermatológico regular — não apenas quando algo está errado, mas como parte de um cuidado proativo com a saúde.
A recomendação geral do Dr. Leandro Leite para adultos sem fatores de risco é de pelo menos uma consulta por ano para avaliação clínica e mapeamento de lesões. Esse intervalo pode ser reduzido para pessoas com histórico familiar de câncer de pele, pele clara, fototipos baixos (que se queimam facilmente), muitas pintas no corpo, histórico de queimaduras solares intensas na infância ou que trabalham expostos ao sol.
Na consulta anual, o Dr. Leandro Leite realiza um exame completo da pele, avalia lesões com dermatoscópio, identifica alterações em relação ao exame anterior e orienta sobre prevenção e cuidados. Para crianças, o acompanhamento dermatológico também é importante, especialmente para identificar e tratar precocemente condições como dermatite atópica, manchas de nascença e micoses.
A prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas — especialmente quando falamos de câncer de pele. O melanoma detectado na fase inicial tem taxa de cura superior a 95%. Quando detectado em fase avançada, esse número cai drasticamente. A diferença entre esses dois cenários pode ser uma consulta anual.
Perguntas e Respostas — Dúvidas Extras Respondidas pelo Dr. Leandro Leite
P: Posso usar qualquer sabonete no rosto? R: Não. O rosto tem características diferentes do resto do corpo — é mais sensível, mais exposto e tem mais glândulas sebáceas. O Dr. Leandro Leite recomenda o uso de sabonetes específicos para o rosto, com pH próximo ao da pele (entre 4,5 e 5,5) e formulados para o tipo de pele do paciente (oleosa, seca ou mista). Sabonetes comuns de uso corporal tendem a ser mais alcalinos e podem romper a barreira cutânea facial ao longo do tempo.
P: Bronzeamento artificial em cabine é mais seguro do que o sol? R: Não existe bronzeamento artificial seguro, segundo o Dr. Leandro Leite. As cabines de bronzeamento emitem radiação UVA em doses muito elevadas — em alguns casos, mais intensas do que o sol de verão. O uso de cabines de bronzeamento está associado a um aumento significativo do risco de melanoma, especialmente em pessoas que começam a usar antes dos 35 anos. O Dr. Leandro Leite orienta seus pacientes a evitarem completamente esse recurso.
P: Tatuagem pode esconder uma lesão de pele perigosa? R: Sim, e esse é um ponto importante. A tinta da tatuagem pode dificultar — ou até impossibilitar — a visualização de lesões pigmentadas na pele, incluindo melanomas. O Dr. Leandro Leite orienta que pessoas com tatuagens realizem acompanhamento dermatológico regular e, antes de tatuar, peçam ao dermatologista que avalie a área que será coberta.
P: Vitamina C na pele realmente funciona? R: Sim, com ressalvas. A vitamina C (ácido ascórbico) é um antioxidante comprovado e tem ação despigmentante e estimuladora de colágeno. O Dr. Leandro Leite explica que a vitamina C tópica funciona melhor em concentrações entre 10% e 20%, em formulações estáveis e armazenadas corretamente (longe da luz e do calor). O produto precisa ser de qualidade e adequado ao tipo de pele. A vitamina C ingerida pela alimentação e por suplementação também tem papel importante na saúde da pele, mas não substitui o produto tópico.
P: Minha criança tem pele muito sensível. Posso usar o mesmo protetor solar que o meu? R: Não é o ideal. O Dr. Leandro Leite explica que a pele de crianças menores de 6 meses não deve receber protetor solar — a proteção deve ser feita com roupas, chapéu e sombra. Para crianças maiores, existem fotoprotetores formulados especificamente para pele infantil, sem fragrância, com filtros físicos (óxido de zinco e dióxido de titânio) que são menos irritativos. Consulte o Dr. Leandro Leite para a indicação correta para cada faixa etária.
P: Alimentos podem piorar doenças de pele? R: Sim, em alguns casos. O Dr. Leandro Leite explica que a relação entre alimentação e pele é real, mas complexa e individualizada. Na acne, por exemplo, há evidências de que alimentos com alto índice glicêmico (açúcar, pão branco, refrigerantes) e laticínios podem agravar o quadro em algumas pessoas. Na psoríase, o álcool é um gatilho conhecido. Na dermatite atópica, algumas crianças têm piora relacionada a alérgenos alimentares. A dieta não substitui o tratamento médico, mas pode ser um complemento importante.
P: Quanto tempo leva para um tratamento de pele dar resultado? R: Depende muito do tipo de condição e do tratamento. O Dr. Leandro Leite costuma orientar seus pacientes a terem expectativas realistas: tratamentos para acne geralmente mostram resultados em 6 a 12 semanas. Tratamentos para manchas podem levar de 3 a 6 meses. Tratamentos para queda de cabelo podem exigir 6 meses ou mais para mostrar resultados visíveis. Paciência e consistência são fundamentais — interromper o tratamento antes do prazo adequado é uma das causas mais comuns de insucesso.
Conclusão
A pele fala. Ela mostra sinais de saúde, de desequilíbrio, de envelhecimento e de doenças que muitas vezes começam de forma silenciosa. Ouvir esses sinais — e buscar orientação profissional quando eles aparecem — é um ato de cuidado com a própria saúde.
O Dr. Leandro Leite, dermatologista com dedicação ao cuidado individualizado de cada paciente, acredita que a informação de qualidade é o primeiro passo para uma pele mais saudável. Este artigo foi escrito com o objetivo de responder dúvidas reais, desmistificar informações equivocadas e incentivar as pessoas a buscarem acompanhamento dermatológico regular.
Se você se identificou com alguma das perguntas acima — ou tem outras dúvidas que não foram abordadas aqui — o consultório do Dr. Leandro Leite está disponível para oferecer a você uma avaliação completa, individualizada e baseada nas melhores evidências científicas disponíveis.
Cuide da sua pele. Ela cuida de você.